domingo, 30 de dezembro de 2007

Ano Novo



segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Festa de Natal

No dia 14 foi a nossa festa de Natal. Desta vez os pais também representaram para os filhos e portaram-se muito bem! Parabéns.






sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Feliz Natal

Os Gafanhotos desejam a todos um Feliz Natal

Estes desenhos foram feitos em grupo no programa Tux Paint

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Natal 4

NOITE EM BELÉM

Meia-noite em ponto
doze badaladas.
Nasceu o Menino
Nas palhas douradas.

Então os pastores ouviram os anjos
a cantar louvores
e logo disseram a rir de contentes:
- Nasceu o Menino
Vãmos visitá-lo e dar-lhe presentes.
- Eu levo-lhe um queijo.
- Eu um carneirinho.
- Eu levo-lhe pão.
- Eu levo-lhe vinho.

Também uma estrela enorme e fulgente
levou a notícia aos reis do oriente.
E então os três reis
Deixaram-se a andar.
-Eu trouxe-te mirra -
disse Belchior.
-Eu trouxe-te incenso
disse Baltasar.
-Eu, um cofre de oiro
respondeu Gaspar.

E Jesus sorriu
na palha do grão
Por ver tanta gente
de bom coração.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

É Natal 3

É Natal
Cada menino
Abre o olhinho
Na noite incerta
Para ver se a aurora
Já está desperta.

E naquela manhã
Ainda sem luz
Aguarda-o a surpresa
Do menino Jesus

De manhãzinha,
Salta da cama,
Corre à cozinha
Mesmo em pijama.
Ah!!!!!

António Gedeão

VERSOS DE NOMES COLECTIVOS

Uma porca e o seu filho
com um porco de má cara
juntaram-se a outros porcos,
formaram uma vara.

Um cão e uma cadela
com o irmão e a filha
juntaram-se a outros cães,
formaram uma matilha.

Quatro bois e cinco vacas
e a vitela tresmalhada
juntaran-se a outros tantos,
formaram uma manada.

Uma dezena de lobos
e uma loba muito feia
juntaram-se a outros lobos,
formaram uma alcateia.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Natal2

Fios brilhantes

O Natal já vinha perto
E, em casa, que confusão,
Toda a gente atarefada
Com a vassoura na mão.

E as aranhas, perseguidas,
Fugiam a oito patas.
E iam esconder-se no sótão,
Com os ratos e as baratas.

Lá em cima, muito triste,
Lamentavam o seu mal:
-Ai, se ao menos nos deixassem
Ver a árvore de Natal!

Mas menino Jesus
Mandou-lhe este recado,
Por uma estrela que brilhava
Entre as frestas do telhado:

“Quando a gente desta casa
Estiver toda deitada,
Aranhas, tendes licença
De ir ver a árvore enfeitada.”

As aranhas, uma a uma,
Saíram lá do seu canto.
E foram ver o pinheiro
Que estava mesmo um encanto.

Mas, ao andarem pelos ramos,
As pobres aranhas feias
Deixavam atrás de si
Os fios cinzentos das teias!

O Deus menino, porém,
Estendeu a sua mão bendita,
Transformando em fios de prata
Os sinais dessa visita.

Dizem que foi desde então
Que se tornou habitual
Enfeitar com fios brilhantes
As árvore de Natal.