terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Natal II


É dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças
De falar e de ouvir com mavioso tom,
De abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros, também, nos que padecem,
De perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem.

António Gedeão

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Natal I


Entrai pastores entrai
Por este portal sagrado
Vinde adorar o menino
Numas palhinhas deitado

Alegrem-se os céus e a terra
Cantemos com alegria
Já nasceu Deus Menino
Filho da Virgem Maria

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Portugal


Era uma vez... esta história começou quando o Conde D. Herique de Borgonha casou com D. Teresa e tiveram um filho a quem deram o nome de Afonso Henriques.
Quando ele cresceu conquistou muitas terras aos Mouros e lutou com o seu primo, o rei de Castela, para ser independente e ser rei de Portugal.
Um dia, os primos fizeram as pazes e assinaram o Tratado de Zamora em 1143, alguns anos depois o Papa reconheceu D. Afonso Henriques como rei, por isso assinou um documento chamado "Bula Manifestis Probatum", foi então que nasceu o Reino de Portugal.

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Investigação - o que é enxertar






Hoje ouvimos uma história que se chamava "História de um caroço de cereja" escrita por um senhor chamado António Mota.
Na história apareceu uma palavra que nós não conheciamos "enxertou-a", por isso fomos investigar o que era isso de "enxertar" e descobrimos que a enxertia é a união de duas plantas, geralmente da mesma espécie, passando a formar uma planta com duas partes. A enxertia pode ser feita de várias maneiras: por garfo, encosto e por borbulha.

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Resposta

Olá Maria João
A voz dos gafanhotos chama-se chichiar ou ziziar.
Nós fomos pesquisar na Internet.

Clique aqui


Ou aqui

sexta-feira, 24 de novembro de 2006

As vozes dos animais



Palram pega e papagaio,
E cacareja a galinha;
Os ternos pombos arrulham,
Geme a rola inocentinha.

Muge a vaca, berra o touro,
Grasna a rã, muge o leão;
O gato mia, uiva o lobo,
Também uiva e ladra o cão.

Relingha o nobre cavalo,
Os elefantes dão urros,
A tímida ovelha bale;
Zurrar é proprio dos burros.

Regouga a sagaz raposa,
Bichinho muito matreiro;
Nos ramos cantam as aves,
Mas pia o mocho agoureiro.

Sabem as aves ligeiras
O canto seu variar;
Fazem gorgeios às vezes,
Às vezes põem-se a chilrar.

O pardal daninho nos campos,
Não aprendeu a cantar:
Como os ratos e as doninhas,
Apenas sabe chiar.

O negro corvo crocita,
Zune o mosquito enfadonho;
A serpente do deserto
Solta assobio medonho.

Chia a lebre, grasna o pato,
Ouvem-se os porcos grunhir;
Libando o suco das flores,
Costuma a abelha zumbir.

Bramem os tigres, as onças,
Pia, pia, o pintainho;
Cucurita e canta o galo,
Late e gane o cachorrinho.

A vitelinha dá berros,
O cordeirinho balidos;
O macaquinho dá guinchos,
A criancinha vagidos.

A fala foi dada ao homem,
Rei dos outros animais:
Nos versos lidos acima
Se encontram em pobre rima
As vozes dos principais.



(Versos de Pedro Dinis)

terça-feira, 21 de novembro de 2006

Dia Internacional da Saudação

Hoje é o Dia Internacional da Saudação por isso vimos cumprimentar e saudar todos os que nos têm visitado.

Obrigado voltem sempre.