quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mãe e Filho

Era uma vez uma galinha, chamada Patrícia que estava a ver se o ovo saía e tirava as penas para fazer o ninho.
No dia a seguir saiu o ovo. Logo meteu o ovo no ninho. O ovo estava galado. Um pintainho há-de nascer.
Todos os dias ela metia-se em cima do ovo, para o aquecer e aconchegar.
O pintainho estava a crescer dentro do ovo.
A Patrícia aconchegou-o muito bem que é para ele se partir e nascer o bebé.
O pintainho ficou cada vez maior lá dentro do ovo e estava apertado.
Chegou o dia dele sair. Partiu o ovo com o bico e saiu.
A mãe Patrícia deu-lhe o nome Rafael. Ela gosta muito do seu filho. Comiam juntos e a mãe ensinou-lhe muitas coisas. À noite o Rafael dormia debaixo da sua mãe.
Passado muito tempo o Rafael cresceu e comia moscas sozinho.
Ele ficou maior e igual à sua mãe Patrícia.

Carolina Sousa, Daniel Florêncio, Guilherme Salgueiro, Miguel Rato e Pedro Rodrigues
criado com a ajuda do livro: "O ovo e a Galinha" de Ilea e Enzo Mari

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

5 de Outubro

Um pequeno filme resultante da leitura do livro "O DIA EM QUE MATARAM O REI",
Os desenhos são dos alunos do 2º e 3º anos, o trabalho de resumo e locução foi do 4º ano.
Especialmente destinado à próxima sessão dos encontros “Hoje pago eu!”, dia 7 de Outubro, com José Martinho Gaspar:  "Abrantes e a Republica".
Venha ver, e participar!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O Lápis Que Não Sabia Escrever

Finalmente, podemos partilhar o nosso maravilhoso filme de animação.Vai daqui um grande abraço para a Ana e Rodolfo, da Fotograma24 e especiais agradecimentos à Palha de Abrantes/Animaio.
Sem eles nunca teríamos conseguido fazer este trabalho:

Também pode assistir ao making of, mais abaixo neste blog.

sábado, 25 de junho de 2011

Arraial de S. João

Fizemos uma grande festa, mais uma vez, e sempre graças aos nossos grandes, grandes amigos:
Os amigos da Casa do Povo que fizeram com que tudo funcionasse, mesmo nas alturas de grande aperto;
Os pais e mães dos actuais alunos e até de ex-alunos que prepararam, cozinharam, assaram, arrumaram, limparam... enfim, "deram o litro" até às tantas;
O Sr. Maia, do Orfeão de Abrantes trouxe todo o equipamento de som;

Os escuteiros do Rossio que como já tinham feito no passeio BTT vieram dar uma ajuda na organização, e esperaram até ao fim pelo evento do balão...

O Sr. Presidente da Junta de Freguesia, o Sr. Padre Manuel, a Srª Vereadora da Educação, a Direcção do Agrupamento Miguel de Almeida vieram todos prestigiar a nossa festa;

Os visitantes da nossa comunidade apoiaram, aplaudiram, dançaram, saltaram a fogueira... e demonstraram toda a simpatia que têm pela nossa escola;

Para todos um muito obrigado por terem feito do nosso final de ano uma GRANDE FESTA.


Só faltou mesmo o balão... O vento não colaborou, mas os responsáveis pela actividade deixaram a oferta de um voo para a escola toda, lá para Novembro, no Festival de Balonismo. É claro que já estamos a contar com o Município para nos transportar até à planície alentejana, e os ex-alunos estão todos convidados.
António Tomás

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Olh'à Gazeta!!!

Já está na rua a Gazeta nº 30, como suplemento do Boletim Informativo da Junta de Freguesia.

Quem está longe pode vê-la e imprimi-la a partir do nosso arquivo:
http://eb1saofacundo.weebly.com/gazeta-de-são-facundo.html

terça-feira, 5 de abril de 2011

Feira dos Bolos e Tradições

 



Este ano tivemos boas surpresas, novas actividades e muita animação.Às 09:00 os professores e alguns alunos foram para o parque arranjar as coisas para a feira de bolos e tradições.

A feira começou às 15:00 h, foram lá muitas pessoas. Havia passeios de burro, bowling com garrafas, uma gincana em que tínhamos uma colher na boca com uma bola em cima e não a podiamos deixar cair, um prato cheio de farinha com um rebuçado lá dentro para apanhar com a boca e o jogo da mosca.
 

Houve uma exposição de fotografias antigas chamada "Conta-me como foi..." e o arqueólogo Nelson Almeida voltou a São Facundo para fazer instrumentos rupestres com os adultos, também.

E depois veio o "Cant'Abrantes", tocaram muitas música enquanto alguns meninos e meninas brincavam no parque, mas depois chamaram-nos para ir tocar três músicas com os cavaquinhos.
Veio ainda mais gente que no ano passado!

Imagens da I edição (2010):

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A segunda visita ao rio



Dia 1 de Abril fomos outra vez à ribeira mas desta vez fomos também com o Alexandre. O Rudolfo e a Joana também cá estavam, mas tiveram que ficar na escola a arrumar as coisas do filme, porque depois tinham que ir embora para outra escola.
Assim que passámos a cerca o Alexandre e o Agostinho falaram-nos das silvas que não deixam as árvores crescer. Quando o Alexandre estava a explicar o problema, o Agostinho encontrou um vermelhão e nós fomos logo ver.
Depois andámos um bocado e tivemos que saltar o rio. No outro lado procurámos bichos para levar e ver na escola com a lupa.
Depois do lanche, ainda medimos a ribeira e a velocidade  das águas da ribeira.
Atravessámos de novo num sítio que não conhecíamos, e voltamos à escola para almoçar.
O que aprendemos:
Se cortarmos as árvores à volta da ribeira, as silvas vão crescendo e não deixam crescer outras para fazer sombra. Os peixes morrem porque a água fica muito quente.
O sobreiro, a azinheira e o carvalho são algumas das árvores naturais desta freguesia.
Há muita gente que depende da floresta para viver e trabalhar.
Quando tiramos cortiça do sobreiro ele não morre e continua a dar mais. Mas os eucaliptos cortam-se para tirar a madeira, e é preciso plantar mais.
As árvores precisam de ter o clima a que estão habituadas.
Os cientistas dão nomes científicos aos animais e às árvores. Foi Charles Darwin que inventou este sistema, que dá a todos os seres vivos um nome em latim. Ex: 
Homem - homo sapiens
Águia de asa redonda - buteu buteu
Sobreiro - quercus suber
As flores do amieiro podem ser masculinas ou femininas. As compridas são as masculinas e as redondas são femininas.
O amieiro perde as folhas do Inverno.
A cortiça é impermeável.
A madeira do choupo faz palitos e fósforos. Mas também serve para fazer prateleiras, se o choupo estiver bem seco e leve.

Os escaravelhos mais jovens não têm ainda um chifre grande mas os mais velhos já têm o chifre grande e desenvolvido.
No Outono a ribeira media de largura 1,70 cm. Agora, na Primavera mede 2,10 cm.
Para ver a velocidade da corrente pusemos uma maçã dentro do rio e apanhámo-la 10 metros depois. Demorou 23 segundos e 58 centésimas de segundo.
Noutro sítio mais largo medimos a ribeira do Vale de Zebrinho e media 4,55 m.

À tarde o Agostinho preparou os insectos que apanhámos e fomos observá-los com a lupa eléctrica. Alguns metiam medo...
David e Matilde